sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Você é o que você pensa!

"... porquê, como imagina em sua alma, assim ele é." (Provérbios – 23:7)
Cada pessoa é o que ela pensa. O poeta americano, Hawthorne, conta a história de um menino de nome Ernest, que gostava de contemplar um imenso rosto de pedra na encosta de uma montanha. A face tinha uma expressão de grande força, bondade e honradez, que fazia vibrar o coração do garoto. Havia uma lenda que dizia que, no futuro, surgiria naquele lugar um homem que se pareceria muito com o rosto de pedra. Durante sua infância, e mesmo depois de adulto, Ernest sempre fitava aquela figura, aguardando o aparecimento do homem que seria semelhante à imagem. Certo dia, quando o povo da localidade estava conversando a respeito da lenda, alguém de repente exclamou: "Olhem! Vejam só! Ernest é o homem que se parece com o grande rosto de pedra!" Era verdade. Ele se tornara na imagem que ocupava seus pensamentos.

Os desejos secretos do nosso coração, mais cedo ou mais tarde, transparecem em nossa fisionomia. Certa vez, alguém queria apresentar determinada pessoa ao Presidente americano, A. Lincoln.

- Não quero vê-lo - disse o Presidente.

E o amigo protestou:

- Mas senhor nem o conhece.

Ao que Lincoln respondeu:

- Não gosto de sua fisionomia.

- Ninguém é responsável pela aparência de seu rosto, disse o outro.

- Todo adulto é responsável pelas suas feições, insistiu o Presidente.

Ele próprio era um exemplo disso. Embora seus traços fossem grosseiros, qualquer um podia ver em seu rosto evidências da simpatia e honestidade que fizeram dele o maior americano de todos os tempos.

Alguns psicólogos já provaram, através de estudos cuidadosos, que os pensamentos de cada pessoa transparecem em seu semblante. Os casais mais idosos que vivem harmoniosamente, começam a se parecer um com o outro. Por causa da união, das experiências em comum, da identificação de pensamento, eles acabam se assemelhando.

Ralph Waldo Emerson, um dos principais filósofos americanos, disse: " O homem é aquilo em que ele pensa constantemente." E ele não foi o primeiro a declarar isto, pois Marco Aurélio, o maior imperador de Roma, disse: "Nossa vida é aquilo que nossos pensamentos a tornam." Norman Vincent Peale disse: "Mude seus pensamentos e mudará seu mundo".

A propósito, que imagem você está projetando de si mesmo?Texto extraído do livro Insight II -  www.primeiroprograma.com.br

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Simples como amar!!!!

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Há tempos assisti um filme chamado "Simples como Amar"...é uma história bem água com açúcar de um casal de jovens que tem um tipo de problema mental, mas que se amam de verdade...

A história é recheda de momentos de superação e de demosntrações de carinho..

Depois de um filme como esses, mesmo tendo sido assistido diversas vezes, podemos chegar a diversas conclusões...

Todas as pessoas, independente das diferenças que tenham, são possuidoras de necessidades de auto realização. Não são as dificuldades que travam nossos sonhos, somos nós mesmos que travamos nossa capacidade de sonhar e realizar...

Não importa como vc é, o que importa é o que vc sente...nossa vida é o espelho de nossa alma...ame e deixe-se amar...confie e seja confiável....acredite sempre....

Se vc quer, vá em frente, faça o que o seu corção pede...faça o que seu coração diz, ele é o nosso guia mais sincero e puro..

O nome do filme já diz tudo: Simples como amar.....é tudo assim mesmo, simples como amar, simples como o amor....

E se vc fosse visto pelo seu coração?

"Sinto meu corpo ardendo nesta chama
Mas a cegueira dessa inquisição
Fere minha alma
Sempre, ser diferente tem seu preço
É um pecado quase sem perdão, quase sem perdão
Imagine você ser visto pelo coração
Imagine todos no mundo unindo suas mãos
Os olhos dessas pessoas que condenam sem saber
Que a paz que sinto agora é mais forte que esse fogo em
mim
Imagine a esperança não ter sido em vão
Imagine a luz descendo toda a escuridão
Os lábios dessas pessoas que julgam sem porquês
O amor que senti nessa vida continua mesmo quando eu
morrer....
Imagine..."

Escutei essa música neste final de semana, ela é de um músico amigo do meu irmão, mas para variar, foi algo que caiu em minha cabeça e me fez refletir ...

É um retrato poético do que acontece todos os dias com as pessoas, é uma forma poética de descrever como todos nos sentimos, pois hoje o ser diferente não é ser negro, branco, japonês, ter diferentes opções sexuais, ser diferente hoje é ter algum tipo de sentimento vivo na alma.

As pessoas passam os dias e esquecem do essencial, esquecem do que realmente alimenta a alma, o amor ao próximo, o respeito ao próximo.

A ceguira das pessoas fere a nossa alma, as pessoas estão prontas a julgar o que é certo e o que é errado, mas não estão prontas para sentir, não estão prontas para aceitar...

Se hoje passássemos a ser vistos por nossos corações quem teria coragem de sair na rua exibindo-se? Analise seu coração...

É muito bom pregar o bem, melhor é fazê-lo e melhor ainda é sentí-lo.

Hoje em dia virou moda ser bom, e é possível ver muitas pessoas dizendo fazer o bem apenas por uma questão de ser "moderno" e aceito pela sociedade...mais uma vez, nada é do coração. O sentimento perdeu-se e não há como recuperar isso, a menos que você mude seu pensamento e pare de condenar, pare de julgar e comece a aceitar, a amar, a entender...

Primeiro compreender!!!!



Primeiro Compreender

Procurar primeiro compreender é um hábito poderoso. Ao fazer isso você passa realmente a entender a fundo as outras pessoas. Conta com informações precisas para refletir, chega com rapidez ao fundo dos problemas e dá às pessoas o ar psicológico de que elas precisam, de modo que possam trabalhar eficazmente, em conjunto com você.
Primeiro compreender é uma abordagem “de dentro para fora”. Quanto mais você entende as pessoas em profundidade, mais gosta delas, mais respeito sente por elas.

Tocar a alma de outro ser humano é pisar em solo sagrado. E você pode praticar este hábito agora mesmo. Na próxima vez em que for se comunicar com alguém, deixe de lado sua autobiografia e procure entender de verdade a outra pessoa.

Mesmo quando as pessoas não querem revelar seus problemas, você pode ser empático, pode perceber o que se passa no coração delas, pode sentir a mágoa e ajudar.

Você pode dizer algo como “você parece meio pra baixo hoje”. Talvez a pessoa lhe responda... mas não faz mal, você demonstrou compreensão e respeito.

Não force. Tenha respeito. As pessoas não precisam se confessar verbalmente antes que você empatize com elas. Você pode ser empático o tempo inteiro com seu comportamento. Pode ter discernimento, sensibilidade, consciência de que é possível viver fora de sua autobiografia quando necessário.

Procure primeiro compreender. Antes que os problemas apareçam, antes de avaliar e prescrever, antes de mostrar suas próprias idéias, procure compreender. Este é um hábito poderoso de interdependência eficaz.

Quando procuramos compreender real e profundamente os outros seres humanos, abrimos as portas para soluções criativas. Nossas diferenças não formam mais obstáculos para a comunicação e o progresso, ao invés disso, tornam-se auxiliares da sinergia.

(texto adaptado do livro “Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes”, de Stephen Covye). www.primeiroprograma.com.br

terça-feira, 26 de julho de 2011

Uma pergunta muito estranha...

“Na prosperidade, nossos amigos nos conhecem. Na adversidade, nós conhecemos os nossos amigos”.
(John Cherten Collins)

Certa vez alguém pôs-se a observar o grande cientista Albert Einstein murmurando algo consigo mesmo. Na ocasião, Einstein tentava desenvolver uma teoria que unificaria os esotéricos campos das partículas físicas e da astrofísica. E para este pensador, a grande jornada para compreensão não começava com soluções, mas com perguntas.

À medida que ele buscava as respostas necessárias para o desenvolvimento da teoria do campo unificado, seu foco permanecia na elaboração da pergunta certa. “Se eu apenas tivesse a pergunta certa... se eu apenas tivesse a pergunta certa...”- repetia constantemente.

Esta estória, especialmente ilustrativa, sustenta um ponto importante e surpreendentemente elucidativo: insistir na descoberta das respostas não deve obscurecer a importância de se fazer as perguntas certas.

Quantas pessoas são necessárias para carregar um caixão? Pergunta estranha, não? Mas você sabe a resposta: seis ou, no mínimo, quatro.

E se você tivesse que escolher seis pessoas para carregar o seu caixão, quem escolheria?

Você tem vários amigos que, imagino, estariam dispostos a realizar esta tarefa, pressupondo que não haja nada mais urgente na agenda deles para esse dia. No entanto, não é esse tipo de pessoa que gostaria que o conduzisse à sepultura, acredito. O anseio, claro, é por amigos que estejam dispostos a interromper qualquer atividade diante desta situação.

O assunto pode parecer mórbido, mas é interessante preparar uma lista com o nome daqueles que um dia vão fazer isso por você. Não por achar que precisará deles logo, mas porque estas pessoas são aquelas que, na sua visão, estarão dispostas a participar dos seus bons e maus momentos.

É preciso ter consciência de que, se quiser desenvolver amizades profundas, precisa formular e responder esta pergunta: “quem carregará o meu caixão?”

O problema é que, com a vida corrida e complicada que levamos, fica difícil pensarmos nisso. Entretanto, é indispensável ter amigos. É bem verdade que as amizades acabam trazendo consigo inúmeras dores de cabeça e transtornos. Contudo, diante das recompensas provenientes da fidelidade e lealdade nas amizades, vale a pena aceitar as frustrações decorrentes disso.

(Texto adaptado do livro Insight II - http://www.primeiroprograma.com.br/)

Solidão


Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma...

(texto atribuído a Chico Buarque de Holanda - http://www.primeiroprograma.com.br/)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O problema de se agradar a todos.

Às vezes acontece de você se desesperar porque descobre que não pode agradar a todos? Fica com a impressão de que passa a vida se esforçando para agradar e ajudar os outros, para, no fim, ser sempre mal compreendido ou mal interpretado? Se isto lhe acontece, reflita sobre esta frase de Montaigne: "Um homem precisa de ouvidos fortes para ouvir o que se diz sobre ele, quando é julgado com liberdade".
A verdade é que, por mais que você se esforce para ser justo, cuidadoso, e consciente, sempre há alguém que interpreta mal as suas atitudes ou suas ações. Se aparece alguém que gasta muito, na tentativa de ajudar os amigos, imediatamente começam os mexericos, acusando-o de desperdício, ou de extravagância. Mas se aparece alguém que conta cuidadosamente seus vinténs, preocupado em resguardar-se para o futuro, não faltará quem o acuse de sovina.
Se você é menos liberal que alguém em relação a algum assunto, imediatamente será taxado de "conservador" ou "antiquado". Mas se você é mais liberal, é o outro que passa a ser taxado de "preconceituoso" e "ultrapassado".
O que há é a tendência geral, que todos nós temos, de condenar nos outros defeitos que condenamos em nós mesmos.
(...)
O caminho mais acertado é reconhecer que ninguém, em tempo algum, consegue agradar a todos. Ninguém consegue agradar a ninguém, por muito tempo, nem mesmo a si próprio.
(...) Sejamos tolerantes para com os outros, para merecermos nós, também, a tolerância para nossos erros.
Um homem precisa de ouvidos fortes para ouvir o que se diz sobre ele, quando é julgado com liberdade. (Montaigne)

(adaptado do livro Insight I – www.primeiroprograma.com.br)