terça-feira, 15 de abril de 2014

Gestão de tempo é investimento em felicidade


Olá pessoal!!! Já faz uns dias que não apareço por aqui... 

Hj encontrei um texto bem legal sobre gestão do tempo e gostaria de compartilhar com vcs...

Vcs conseguem gerir bem o tempo de vcs? Conseguem dedicar-se a leitura de um bom livro despreocupadamente? Me contem......!!!
"Parece incrível para você como algumas pessoas conseguem sair sempre no seu horário no trabalho, levam os filhos na escola, fazem academia, cursam pós-graduação e sempre lêem os livros que querem?
Se sua resposta é sim, saiba que você não está “sozinho”- mais da metade dos executivos se consideram insatisfeitos com seu equilíbrio entre vida pessoal e profissional*. Agora, se sua resposta é não, provavelmente é porque você já faz uma boa gestão do seu tempo.
Por que isto acontece?
O que pode parecer procrastinação ou desmotivação para realizar uma tarefa, muitas vezes pode ser apenas uma má gestão do tempo aliada ao mau hábito de ser multitarefa – querer fazer tudo ao mesmo tempo – e acabar não concluindo nada como gostaria ou deveria.
É como se em determinado momento nossa vida desse um “nó”. Às vezes pode parecer complicado entender quando e como esse “nó” começou. A questão é que à medida que crescemos na carreira e ganhamos novos papéis na vida pessoal (“donos de casa”, marido/esposa, pai/mãe etc), o número de atividades com as quais nos envolvemos costuma aumentar.
Por mais que tenhamos aprendido a ser mais produtivos, a fazer mais coisas em menos tempo, há um limite humano para isso. É natural que em algum momento simplesmente acabemos não tendo mais espaço para fazer todas as tarefas que gostaríamos.
Recomeço
Para desatar esse “nó”, é fundamental darmos um novo significado para cada atividade que fazemos. E, para isso, você precisa ter clareza de quais são os passos que te levarão em direção aos seus objetivos – seja na esfera pessoal ou profissional.
Tomo a liberdade aqui de sugerir um exercício inicial que pode contribuir bastante neste recomeço. Separe tudo o que você faz em três grupos: o que é essencial, o que é interessante e o que não necessariamente precisa ser feito – ao menos neste momento.
Ao discernirmos qual é o “peso” de cada atividade e o que vale a pena priorizarmos em cada momento, evitamos gastar tempo realizando tarefas simplesmente por ansiedade ou falta de foco. Sabe aquela sensação ruim, por exemplo, de fazer muitas coisas e não chegar a lugar nenhum? É isso que a gestão inadequada do tempo e indefinição de prioridades pode causar. É como aquela famosa frase do filme da Alice no País das Maravilhas: “se você não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve”. Ou seja, se você sabe o que quer, é mais provável que direcione seus esforços e alcance com mais assertividade seus objetivos.
Satisfação
Gerenciar adequadamente o tempo é uma forma de preparar-se melhor para o futuro. É um projeto de melhoria do seu desempenho, da sua imagem profissional, da sua qualidade de vida. É um “recurso” que permite ter mais espaço para sentir-se satisfeito e fazer outras coisas que também lhe trazem felicidade, que pode ser dedicar mais tempo à família, à viagem dos seus sonhos ou apenas à leitura de um livro agradável.
Enfim, uma boa gestão do tempo permite que você viva em função daquilo que realmente é importante e te proporciona equilíbrio e satisfação. E que possamos, todos, fazer esse exercício de felicidade diariamente!
Data:  13.04.2014 - 14h00

por: Sofia Esteves

*pesquisa DMRH/ Nextview People realizada em 2013
Fonte: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/carreira-em-geracoes/2014/04/13/gestao-de-tempo-e-investimento-em-felicidade/
Nesse tema ainda eu sugiro alguns livros:
.: A Tríade do Tempo - Christian Barbosa
.: Equilíbrio e Resultado - Christian Barbosa
.: Foco - Daniel Goleman















Deixo também como curiosidades algumas dicas que encontrei nos livros:






quinta-feira, 3 de abril de 2014

Lenda Árabe

“Diz a lenda Árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro.
O outro, ofendido, sem nada pode fazer, escreveu na areia: HOJE MEU MELHOR AMIGO ME DEU UMA BOFETADA NO ROSTO.


Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofetado e magoado começou a se afogar-se, sendo salvo pelo amigo.

Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu em uma pedra: HOJE MEU MELHOR AMIGO SALVOU MINHA VIDA.


Intrigado, o amigo perguntou: PORQUE DEPOIS QUE TE MAGOEI, ESCREVESTE NA AREIA E AGORA, ESCREVESTES NA PEDRA?

Sorrindo, o outro amigo respondeu:
QUANDO IM GRANDE AMIGO NOS OFENDE, DEVEMOS ESCREVER ONDE O VENTO DO ESQUECIMENTO E O PERDÃO SE ENCARREGUEM DE BORRAR E APAGAR A LEMBRANÇA. Por outro lado, QUANDO ACONTECE ALGO DE GRANDIOSO, DEVEMOS GRAVAR ISSO NA PEDRA DA MEMÓRIA E DO CORAÇÃO ONDE VENTO NENHUM EM TODO O MUNDO PODERÁ SEQUER BORRÁ-LO.”



- Fonte: http://www.radiopositiva.net/site/trocando-ideias/3283/#sthash.A9BvYUoY.dpuf

terça-feira, 1 de abril de 2014

Cérebros mais velhos são mais lentos, mas têm mais informação!


Desde a Antiguidade, o fugidio conceito de sabedoria figura com destaque em textos filosóficos e religiosos. A questão continua intrigante: o que é sabedoria e como ela se dá na vida de cada um?
Vivian Clayton, neuropsicóloga de Orinda (Califórnia) especializada em geriatria, desenvolveu na década de 1970 uma definição de sabedoria que, desde então, serve como fundamento para pesquisas sobre o tema. Após vasculhar textos antigos, ela observou que a maioria das pessoas descritas como sábias tinha a tarefa de tomar decisões. Então ela pediu a um grupo de alunos e professores de direito e juízes aposentados que citasse as características de um sábio, chegando à conclusão de que a sabedoria consiste de três componentes principais: cognição, reflexão e compaixão.
As pesquisas mostram que a função cognitiva se desacelera com o envelhecimento. Mas um recente estudo publicado na revista "Topics in Cognitive Science" observou que pessoas mais velhas têm muito mais informação em seus cérebros que as mais jovens e que a qualidade da informação no cérebro mais velho é mais nuançada. Segundo Clayton, leva tempo até que a pessoa chegue a conclusões e pontos de vista adequados com base em seu conhecimento cognitivo, o que a torna sábia. Só então é possível usar essas conclusões para entender e ajudar os outros.
Monika Ardelt, professora da Universidade da Flórida, sentiu a necessidade de ampliar os estudos sobre a velhice por causa de pesquisas que demonstram que a satisfação no final da vida consiste em coisas como manter a saúde física e mental, fazer atividades voluntárias e ter relações positivas com os outros. Mas isso nem sempre é possível. A sabedoria, concluiu, é o que pode ajudar até mesmo pessoas severamente incapacitadas a encontrarem sentido, contentamento e aceitação na vida.
Ela desenvolveu uma escala que consiste em 39 perguntas destinadas a mensurar três dimensões da sabedoria. As pessoas que respondiam às afirmações na escala de Ardelt não eram informadas de que sua sabedoria estava sendo medida. Depois, os participantes responderam a perguntas sobre desafios hipotéticos, e aqueles que haviam demonstrado indícios de grande sabedoria também se mostravam mais propensos a lidarem melhor com os problemas.
Um impedimento à sabedoria é pensar que "não suporto quem sou hoje, porque não sou mais quem eu era", disse Isabella Bick, psicoterapeuta que, aos 81 anos, ainda trabalha em período parcial em Sharon (Connecticut). Ela tem clientes idosos que ficam incomodados com a percepção de piora na sua aparência, no seu desempenho sexual e nas suas capacidades. Para eles, aceitar o envelhecimento é necessário para crescer, mas "não é uma aceitação resignada, é uma aceitação que abraça", afirmou ela.
A pesquisa de Ardelt mostra que as pessoas em casas de repouso que obtêm notas mais elevadas na escala de sabedoria também relatam uma maior sensação de bem-estar. "Se as coisas estão realmente ruins, é bom ser sábio."
A sabedoria é caracterizada por uma "redução no caráter autocentrado", disse Ardelt. Pessoas sábias tentam entender situações sob múltiplos pontos de vista e por isso demonstram mais tolerância.
Daniel Goleman, autor do livro "Inteligência Emocional", disse que um sinal importante de sabedoria é a "geratividade", termo cunhado pelo psicólogo Erik Erikson, que desenvolveu uma influente teoria sobre os estágios da vida humana. "Geratividade" significa dar sem a necessidade de receber nada em troca, disse Goleman.
Ele entrevistou Erikson e a mulher dele, Joan, no final da década de 1980, quando já eram ambos octogenários. A teoria de Erikson sobre o desenvolvimento humano inicialmente incluía oito estágios, da infância à velhice. Quando o próprio casal Erikson se tornou idoso, no entanto, eles viram a necessidade de acrescentar um nono estágio, no qual a sabedoria desempenha um papel crucial. "Eles retratam uma velhice em que a pessoa tem suficiente convicção da própria completude a ponto de afastar o desespero que a desintegração física gradual pode acarretar", disse Goleman.

"Até mesmo atividades cotidianas podem apresentar dificuldade", escreveu Joan Erikson em uma versão ampliada do livro "O Ciclo de Vida Completo", escrito por seu marido. "É preciso aderir ao processo de adaptação. Com o tato e a sabedoria que pudermos reunir, as incapacidades devem ser aceitas com leveza e humor". 


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/04/1433885-cerebros-mais-velhos-sao-mais-lentos-mas-tem-mais-informacao.shtml